O contágio pelo coronavírus pode acontecer através dos olhos? Confira!

O contágio pelo coronavírus pode acontecer através dos olhos? Alertamos para a possibilidade de transmissão do coronavírus pelos olhos e também pela falta de higienização  dos óculos e das lentes de contato. O contágio pode acontecer quando encostar as mãos infectadas pelo vírus no  globo ocular. A lágrima e os olhos são vetores de transmissão do vírus. Pesquisas recentes mostram, em que alguns casos, a Covid-19 pode causar conjuntivite e inchaço nos olhos, inclusive estes podem ser os primeiros sintomas. Apresentando sinais de conjuntivite, inchaço das pálpebras, olhos vermelhos ou lacrimejamento, consulte imediatamente seu médico oftalmologista. Proteja-se! – Se os olhos lacrimejarem ou tiverem qualquer tipo de secreção, é importante reforçar os cuidados de limpar as pálpebras e a pele ao redor dos olhos com lenço umedecido e higienizado, lavando bem as mãos com água e sabão logo em seguida. – Higienize a armação dos óculos com álcool 70%. – Atenção ao uso de lentes de contato. Importante retirar as lentes todos os dias tomando todos os cuidados de higienização das mãos e limpeza das lentes. – Os olhos são sensíveis ao contágio. Evite levar as mãos aos olhos.           Fique de olho e apresentando qualquer um destes sinais, procure imediatamente seu médico oftalmologista. No Hospital de Olhos de Blumenau contamos com 16 médicos oftalmologistas para cuidar da saúde dos seus olhos. Agende uma consulta através do (47) 3322.5000 ou através do WhatsApp (47) 9 9222.7800 ou ainda através do nosso site hob.med.br Fonte: Sociedade Catarinense de Oftalmologia.

Comer bem ajuda a enxergar bem?

Comer bem ajuda a enxergar bem? Certamente, você já ouviu que cenoura faz bem para os olhos. A ideia, popular principalmente entre nossas avós, conta, sim, com um fundo de verdade. Manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para o bom funcionamento de todo o organismo e isso inclui os olhos. Ou seja, comer bem ajuda (e muito) a sua visão. Todo mundo já ouviu falar que esse ou aquele alimento “faz bem para as vistas”. Geralmente, esse é o discurso que as mães e as avós utilizam para convencer as crianças a se alimentarem adequadamente. Porém, são muitos os especialistas que consideram essa teoria bastante sensata. Afinal, o que comemos e como comemos influencia diretamente na saúde de uma forma geral e, inclusive, dos olhos. O que deve ser levado em consideração é que a cada dia novas pesquisas são realizadas e seus resultados devem ser encarados com a devida prudência, o importante é manter uma dieta balanceada.  No caso da saúde ocular, alimentos ricos em vitaminas A, E e C são recomendados, pois são antioxidantes e auxiliam no combate a radicais livres e no retardamento do envelhecimento. Essas vitaminas são encontra das em alimentos nas cores roxa, vermelha e alaranjada, como a abóbora, a jabuticaba e o mamão. Substâncias como luteína e zeaxantina, que também possuem poderosa função antioxidante, podem ser bastante  positivas para a saúde ocular. Estão presentes nos vegetais amarelos, alaranjados, vermelhos e verdes, como milho, ervilha, rúcula, nectarina, laranja, mamão, pêssego, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor etc… Outro destaque é o ômega 3, presente principalmente nos peixes, mas também em alimentos como nozes, sementes de linhaça e de chia, entre outros. Algumas pesquisas apontam que essa substância auxilia na lubrificação dos olhos e no combate à síndrome do olho seco, atuando na preservação do filme lacrimal (camada lacrimal muito fina que reveste a superfície ocular). Assim, são muitos os que consideram que uma alimentação que combine essas substâncias é excelente na prevenção de doenças da retina e de inúmeros outros danos que podem ocorrer na visão, especialmente àqueles relacionados à idade. Refeições bem coloridas com alimentos naturais podem contribuir para a manutenção da saúde ocular. Conheça alguns alimentos que tem papel específico para a sua visão. São eles: Alho e cebola O alho e a cebola são alimentos vasodilatadores, o que auxiliam na diminuição da pressão arterial, o que contribui para a manutenção da saúde de todo o corpo e, consequentemente, também para a saúde dos olhos. Ovos Uma pesquisa divulgada no The American Journal of Clinical Nutrition mostrou que o consumo de ovos pode reduzir o risco do surgimento da degeneração macular em idosos, já que esse alimento possui substâncias foto-oxidantes, como luteína e zeaxantina. Entretanto, antes de aumentar o consumo de ovos, é importante que o paciente verifique seus níveis de colesterol, entre outros. Óleo de linhaça O óleo de linhaça é fonte de vitamina E, dos ácidos graxos ômega 3, ômega 6 e ômega 9. Existem relatos de que pode contribuir para reduzir alguns incômodos oculares como sensação de ardência, coceira e sensibilidade à luz. Azeite extravirgem O azeite extravirgem é outro alimento rico em ômega 3. Estudo publicado recentemente na revista científica Archives of Ophtalmogy mostrou que a ingestão de 100 ml de azeite por semana pode reduzir ou, ao menos, estabilizar a evolução da degeneração macular. Mirtilos, amoras e cerejas As frutas roxas e vermelhas têm função antioxidante e combatem radicais livres. Elas são fontes de Vitamina C e flavonóides, que podem contribuir no controle da degeneração macular. Alimentos que precisam ser evitados Quando se fala em alimentação e saúde dos olhos, devemos considerar não só os alimentos que devem ser ingeridos, como também os que precisam ser evitados. Essa recomendação abrange, especialmente, pacientes que apresentam doenças sistêmicas que podem afetar a saúde dos olhos, como hipertensão e diabetes, que podem causar glaucoma secundário (conhecido como neovascular) e as retinopatias hipertensiva e diabética. Pacientes nessas condições devem evitar alimentos que contenham corantes, conservantes, realçadores de sabor (glutamato monossódico) e àqueles que contêm gordura trans, pois são inflamatórios. Porém, como também dizem as mães e avós, prudência e caldo de galinha não costumam fazer mal para ninguém. O médico, mais especificamente, neste caso, o médico oftalmologista, é o profissional que melhor tem condições de sugerir mudanças alimentares que podem contribuir para sua saúde ocular. Na próxima consulta, converse com ele a respeito! Fonte: http://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/revista_vejabem_22.pdf CBO – Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Abril Marrom: Você está cuidando bem da sua saúde ocular?

O Hospital de Olhos de Blumenau abraça a causa do Abril Marrom. O mês é destinado à conscientização sobre a importância da prevenção e combate às diversas causas de cegueira. Atualmente, estima-se que a cegueira afete 39 milhões de pessoas em todo o mundo e que 246 milhões sofram de perda moderada ou severa da visão. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) e constam no recente documento “As Condições da Saúde Ocular no Brasil 2019”, elaborado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Uma boa notícia é que o CBO garante que cerca de 74,8% dos casos de cegueira e deficiência visual podem ser prevenidas ou curadas. As consultas de rotina com um médico oftalmologista são fundamentais para a prevenção de tratamento de doenças como o glaucoma, a degeneração macular avançada e a retinopatia diabética, entre outras. Durante esse mês de abril você conhecerá quais as principais doenças que podem prejudicar a sua visão. Fique de olho nas nossas redes sociais e nosso site hob.med.br. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-48634186 >> Você sabe o que é GLAUCOMA? Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, pode levar à cegueira. ⠀Há vários tipos, o glaucoma crônico simples ou glaucoma de ângulo aberto, que representa mais ou menos 80% dos casos, incide nas pessoas acima de 40 anos e pode ser assintomático. Ele é causado por uma alteração anatômica na região do ângulo da câmara anterior, que impede a saída do humor aquoso e aumenta a pressão intraocular. ⠀Glaucoma de ângulo abertoNesta forma o líquido não drena adequadamente para fora do interior do olho, o que faz aumentar a pressão ocular reduzindo gradualmente a qualidade da visão. Isto pode ocorrer ao longo de um período de tempo prolongado por isso pode ser difícil de detectar a menos que tenha consultas agendadas para diagnóstico de glaucoma. ⠀Glaucoma de ângulo fechadoNovamente, o olho não drena adequadamente porque os canais estão bloqueados. A diferença nesta forma é que a íris do olho não se abre tanto quanto deveria. A pressão ocular ocorre muito mais rapidamente. Quanto isto acontece pode sentir enxaquecas intensas e náuseas, o que exige atenção médica imediata. Apesar de ainda não existir cura para o glaucoma, este pode ser controlado e tratado. Tal como muitas doenças, é muito importante detectar o problema cedo. Certifique-se de ir ao oftalmologista regularmente mesmo que se sinta bem. Fonte: Sociedade Brasileira de Glaucoma – SBG >> O que é DMRI? A Degeneração Macular Relacionada à Idade, mais conhecida pelas iniciais DMRI, é uma doença que afeta a área central da retina (mácula). Esta degeneração, como diz o nome, ocorre por conta da idade e costuma aparecer após os 60 anos. É considerada uma das principais causas de cegueira entre as pessoas da melhor idade. A DMRI é caracterizada pelo surgimento de uma mancha (mancha central), que ocasiona uma baixa visão nesta área e dificulta diversas atividades, como a leitura. A grande maioria (90%) dos casos de degeneração macular é classificada como DMRI seca ou não-exsudativa. Nesta forma, considerada mais branda, a degeneração da mácula ocorre de forma mais lenta. Os outros 10% são da forma mais severa conhecida como exsudativa. A DMRI exsudativa é caracterizada pelo desenvolvimento de vasos sanguíneos anormais sob a retina, o que leva a uma perda rápida e irreversível da visão. Essa forma é a principal responsável pela grande perda visual central dos casos de degeneração macular. Embora os danos à visão central causados pela DMRI sejam irreversíveis, sabe-se que o diagnóstico precoce e os cuidados com a saúde dos olhos podem ajudar a controlar alguns efeitos da degeneração macular. Portanto, se você notou alguma alteração na visão central, tem pessoas na família que sofrem de DMRI ou mais de 50 anos de idade, faça os exames que detectam a doença e visite regularmente um oftalmologista. >> O que é RETINOPATIA DIABÉTICA? A retinopatia diabética se caracteriza pelo acúmulo de açúcar nos vasos sanguíneos que irrigam a retina. Este acúmulo vai aos poucos deteriorando as células, que ficam mais permeáveis e acabam formando edemas na retina. Além disso, ocorre acúmulo de material na parede dos vasos, levando a um bloqueio da passagem de sangue até que ocorra um vazamento (hemorragia). Tais lesões podem levar à distorção das imagens captadas pela retina, que é a parte do olho responsável pela captação da imagem e seu envio ao cérebro. É importante, portanto, que o paciente de diabetes se conscientize de que a retinopatia é hoje a maior causa de cegueira na população adulta. Estima-se que 90% dos pacientes de diabetes tipo 1 e 60% dos pacientes do tipo 2 devem desenvolver a retinopatia diabética ao longo da vida. Vale lembrar ainda que não se trata de uma doença ligada à idade. A retinopatia atinge também adolescentes e adultos jovens, caso eles não controlem bem a taxa glicêmica. >> Todo diabético tem mesmo o risco de perda visual?  Infelizmente, a resposta para a pergunta é sim. Todo o paciente de diabetes mellitus (o nome completo do diabetes) precisa ficar muito atento em relação à saúde dos olhos, já que a doença provoca risco de perda visual. Para minimizar ao máximo este risco, é preciso adotar duas medidas fundamentais: controlar os níveis glicêmicos e fazer visitas regulares ao oftalmologista. A grande inimiga dos olhos do diabético é mesmo é a Retinopatia Diabética. Esta doença pode atingir tanto pacientes de diabetes tipo 1 quanto de tipo 2, independentemente da idade. Ela surge quando os pequenos vasos sanguíneos que irrigam a retina passam a ficar danificados por conta do acúmulo de açúcar no sangue, provocando edemas e hemorragias na retina. A visão fica distorcida, borrada, com surgimento de pontos escuros e flutuantes. Os pacientes acometidos de Retinopatia Diabética podem apresentar ainda o Edema Macular Diabético. Este desenvolvimento da doença prejudica uma parte “nobre” da retina, conhecida como mácula, que é responsável pela visão central e pela identificação das

Blefaroplastia – Dr. Giancarlo Simionatto explica para você!

Com o envelhecimento, ocorre a perda de volume, a queda dos tecidos e flacidez dos ligamentos faciais ocorrendo o que chamamos de inversão do triângulo da juventude. O rosto envelhecido apresenta rugas estáticas, aumento da frouxidão cutânea, órbitas encovadas, região temporal encovada. Há a queda do terço médio da face. Mudanças também pigmentares da pele e cabelos ocorrem. Manchas e lesões de pele, cabelos grisalhos. Danos causados por exposição aos raios UV do sol. O estilo de vida e fatores ambientais, somados a estes fatores, contribuem para o envelhecimento facial. Dentro deste contexto, existem  métodos não invasivos, ou pouco invasivos, como cremes tópicos, o laser, que melhoram a textura da pele e linhas de expressão. Preenchimentos com fillers ou gordura autóloga (da própria pessoa) são as formas  mais utilizadas para tratar a perda de volume dos tecidos moles relacionados a idade. Entretanto, nem sempre é possível corrigir todos os aspéctos envolvidos no envelhecimento facial somente com métodos não invasivos. É aí que entra o tratamento cirúrgico. A blefaroplastia superior e inferior estão entre os procedimentos cirúrgicos  estéticos faciais mais realizados. A região dos olhos é o local em que notamos primeiramente as influencias do passar do tempo.  Por isso  a blefaroplastia é umas das cirurgias mais solicitadas. 1. Como funciona o procedimento da blefaroplastia? A blefaroplastia tem por objetivo eliminar ou diminuir a dermatocalase, que é o excesso de pele na região das pálpebras, tanto superiores quanto inferiores, e que pode ou não, ser acompanhada de excesso de bolsas de gordura. O procedimento é feito através de incisões que ficam escondidas nas pregas naturais das pálpebras no caso das pálpebras superiores e baixo da linha dos cílios, ou trasnconjuntival, em que não existe cicatriz na pele , no caso das pálpebras inferiores. Estas incisões, no início um pouco elevadas, firmes a avermelhadas, mas com  com o processo de cicatrização e maturação , ficam muito discretas e praticamente imperceptíveis , dependendo da característica da pele. A anestesia pode ser somente local ou local com sedação. O anestesista acompanha todo o procedimento. 2. Qual o tempo médio da cirurgia? É uma cirurgia que é feita em nível ambulatorial, ou seja, o paciente vem,  faz a cirurgia e após a liberação do anestesista ou do médico responsável, vai para casa. Não é necessária a internação. O tempo de duração é variável dependendo do que será  necessário corrigir com a cirurgia, mas em média de 45 a 90 minutos para blefaroplastia superior e de 90 min  a 2,5 horas para blefaroplastia superior e  inferior juntas. 3. Quando é indicado realizar a blefaroplastia? A indicação ou não do procedimento depende de uma avaliação médica abrangente. A blefaroplastia superior pode ser realizada por razões funcionais e estéticas. Algumas das indicações funcionais incluem: Desmatocalase pálpebral superior comprometendo o eixo visual e bloqueando a visão periférica, dermatocalase associada a queda dos cílios que causam irritação ocular. Algumas indicações estéticas incluem: dermatocalase esteticamente desagradável, assimetria de sulcos e  pregas palperbais, excesso de bolsas de gordura, entre outras. Há ainda situações em que a cirurgia poderá ser contraindicada como  no caso de  olho seco severo, retrações palpebrais e lagoftalmo e pacientes com expectativas irreais sobre os resultados. 4. Após a cirurgia, quais são os cuidados necessários? Para diminuir o tempo de recuperação estão indicados no pós operatório imediato, compressas de gelo ou soro fisiológico gelado, repouso em casa, cabeceira elevada e cuidados locais das feridas com aplicação de pomadas antibióticas cicatrizantes. São prescritos analgésicos comuns, mas na maiorias dos casos estes são pouco ou não necessários. A longo prazo  cuidado com os raios UV dos sol sobre a área operada, com uso de protetor solar, chapéus e bonés e acompanhamento e tratamento da qualidade da pele com o dermatologista. 5. O resultado é permanente ou depois de alguns anos é necessário realizar a blefaroplastia novamente? A duração do resultado é variável de paciente para paciente, na dependência novamente das características anatômicas, genéticas,  características da pele, hábitos de vida com tabagismo, e exposição solar, cuidados gerais com a pele. Em média,  podemos dizer que o procedimento pode durar de 10 a 15 anos.  Se necessário e, na dependência de avaliação, a cirugia pode ser repetida. 6. Existe uma idade específica para poder realizar a cirurgia? Não existe um idade específica. O problema ocorre em qualquer idade. Em pacientes mais jovens geralmente os resultados estéticos da cirurgia podem ser mais acelerados devido as características da pele do indivíduo mais jovem. 7. Os olhos ficam inchados e com hematomas depois da cirurgia? Sim. Os hematomas absorvem após algum tempo assim como o inchaço.  Tal absorção é na maioria dos casos, rápida (uma a duas semanas). 8. Em quanto tempo é possível notar os resultados da cirurgia? Logo após o procedimento já se inicia o processo de cicatrização da ferida operatória, que tem várias fases. Os resultados são progressivos com a melhora da estética dia após dia. Logo na primeira ou segunda semana, após a absorção do edema e hematomas já podemos notar a melhora estética. Os resultados definitivos com a continuação da maturação da cicatriz podem ser notados de três a seis meses. Dr. Giancarlo Simionatto (CRM-SC 8710 / RQE 6776). Dr. Giancarlo é médico oftalmologista e dedica-se as áreas de Plástica Ocular, Cirurgia de Pálpebras, Vias Lacrimais, Órbita, Catarata e Oftalmologia Clínica. Confira a matéria completa do Dr. Giancarlo.

A luz azul dos aparelhos eletrônicos e a visão

Confira a participação do médico oftalmologista do Hospital de Olhos de Blumenau no programa Ver Mais do Grupo ND que foi ao ar no dia 02 de março de 2020. A luz azul de aparelhos eletrônicos e a visão foi o tema da matéria. Dr. Luiz Paulo da Veiga Monteiro Lazaro Jr. dedica-se as áreas de Neuroftalmologia, Visão Subnormal, Pterígio e Oftalmologia Clínica. Confira a matéria completa!