Confira a entrevista do Dr. Rodrigo Müller sobre os cuidados com a visão no inverno, Síndrome do Olho Seco e Conjuntivite na entrevista para o Programa Ver Mais!
Saiba mais sobre os cuidados com a visão no inverno, Síndrome do Olho Seco e Conjuntivite na entrevista completa do Dr. Rodrigo Müller para o Programa Ver Mais!
Livre-se dos óculos! Saiba mais sobre Cirurgia Refrativa – PRK e LASIK na reportagem do Dr. Vilmar Müller.
A cirurgia refrativa é um procedimento que possibilita a correção visual de erros refrativos, especificamente miopia, hipermetropia e astigmatismo, através da aplicação de laser. O laser utilizado para esse procedimento é o Excimer Laser, que praticamente não gera calor. A cirurgia a laser já tornou realidade o sonho de milhões de pessoas em voltar a realizar atividades cotidianas como dirigir, assistir televisão e ler sem o uso de lentes corretivas, mesmo quando a acuidade visual de 20/20 e o grau zero de miopia não forem alcançados. O oftalmologista recomendará a técnica mais adequada para cada paciente, de acordo com o erro refrativo e das características de cada um. PRK (Ceratectomia Fotorrefrativa) Essa técnica foi desenvolvida para a correção visual a laser e prepara a córnea para receber a aplicação do mesmo. Consiste em raspar o epitélio da córnea e aplicar o laser em uma camada chamada Membrana de Browman e posteriormente em outra camada chamada estroma. O oftalmologista anestesia a córnea do paciente com colírio e remove uma pequena parte da superfície com um dispositivo específico. O Excimer laser remodela a forma da córnea atuando sobre sua superfície por menos de 1 minuto. O cirurgião poderá colocar então, uma lente de contato para proteger a área tratada, evitar infecção e reduzir o desconforto durante a cicatrização. A lente é removida dentro de cinco a seis dias após a cirurgia. A visão melhora gradativamente já nas duas primeiras semanas e poderá alcançar o resultado definitivo entre quatro e oito semanas. Durante este período o médico poderá prescrever o uso de colírios. LASIK (Laser in Situ Keratomileusis) Consiste em fazer um flap (tampinha) na córnea e aplicar o laser em uma camada da córnea chamada estroma. Essa técnica pode ser utilizada para corrigir tanto altos quanto baixos graus de miopia e moderados de astigmatismo e hipermetropia. Nesse procedimento, gotas de colírio anestésico são pingadas no olho e as pálpebras são imobilizadas por um dispositivo para evitar que a pessoa pisque durante a ação do laser. Um aparelho chamado Microcerátomo corta uma fina camada da córnea. Na miopia, a luz do laser esculpe e molda uma das camadas internas da córnea, tornando-a mais plana. Para a hipermetropia o laser atua mais na periferia da córnea, deixando-a mais curva. Já no astigmatismo, o laser remove mais tecido de uma direção do que da outra, tornando a córnea mais esférica. O flap é recolocado na posição inicial, sem a necessidade de pontos. Não é necessária a internação, pois a maioria dos pacientes volta a enxergar o suficiente para retomar algumas de suas atividades alguns dias depois e recupera a visão funcional em poucos dias. Alguns pacientes sentem um leve desconforto no olho operado, o qual deverá desaparecer dentro de seis a vinte e quatro horas e poderá ser aliviado com analgésico. Um pouco mais sobre a Cirurgia Refrativa Esta cirurgia aplica-se à maioria das pessoas, desde que elas tenham pelo menos 21 anos, córneas saudáveis e que satisfaçam alguns critérios como, por exemplo, a estabilidade do grau nos últimos dois anos. É importante que o paciente se submeta à cirurgia bem informado, passando anteriormente por uma consulta de avaliação em que o oftalmologista decidirá se a cirurgia a laser é indicada, além de explicar sobre os benefícios e os riscos do procedimento. Ao analisar as razões pelas quais o paciente deseja não usar lentes corretivas (óculos ou lentes de contato), o médico o ajudará a decidir se suas expectativas poderão ser alcançadas. Dr. Vilmar MüllerCRM-SC 2896/RQE 1337Médico OftalmologistaDiretor TécnicoCirurgião Refrativo
Dr. Marcus Grigato Campos explica mais sobre a relação entre Diabetes e a nossa Visão!
Confira a entrevista completa do Dr. Marcus Grigato Campos para a rádio CBN sobre como o Diabetes pode afetar a nossa visão! Ouça a entrevista completa:DR. MARCUS 14.11.16
Plástica Palpebral e Autoestima. Saiba mais sobre essa relação na reportagem da Dra.Marta Duwe!
Nossa aparência física pode influenciar imensamente a maneira como nos sentimos a respeito de nós mesmos. Nosso rosto muda a medida que vamos nos tornando cada vez mais velhos. As mudanças na aparência das pálpebras, como sobra de pele e herniação de bolsas de gordura, podem se converter numa fonte de frustração para algumas pessoas se elas as associarem a uma perda de atratividade, associada direta ou indiretamente a perda de possibilidades. Os olhos são, provavelmente, a unidade estética mais importante no corpo humano. Quando a região dos olhos parece fresca e brilhante, a pessoa como um todo apresenta uma aura de saúde, vitalidade e juventude. O contrário ocorre quando os olhos se apresentam cansados, tristes ou envelhecidos. Assim, a região orbitopalpebral assume importante papel na nossa expressão. Notamos que, usualmente, as alterações causadas pelo envelhecimento são percebidas primariamente ao redor dos olhos. A Oculoplastia (área de atuação de especialistas oftalmologistas que se dedicam à cirurgia plástica da região periocular) se preocupa em recuperar a capacidade funcional anatômica, associada a melhora estética das pálpebras. Atualmente, existem diversas técnicas com diferentes princípios para corrigir as deformidades palpebrais que aparecem com o processo de envelhecimento. E felizmente, a área dos olhos oferece maior oportunidade de melhoria estética que qualquer outra parte da face, talvez até do corpo1. 1. Flowers RS, Duval C. Blepharoplasty and periorbital aesthetic surgery. In: Aston SJ, Beasley RW, Thorne CHM, eds. Grabb and Smith’s Plastic Surgery. 5th ed. Philadelphia: Lippincott-Raven Publishers; 1997. p. 609-32. Dra. Marta DuweMédica oftalmologistaCirurgia Plástica OcularCRM-SC 11748 / RQE 7545
Saiba mais sobre Transplante de Córnea na reportagem do Dr. Rodrigo Müller!
A córnea consiste de um tecido transparente, de formato circular com aproximadamente 12mm de diâmetro e menos de 1mm de espessura. Uma córnea saudável deve ser totalmente clara e apresentar uma curvatura apropriada para que a luz entre através da pupila e possa ser recebida dentro do olho, formando uma visão com nitidez. Caso a córnea perca sua transparência ou sua regularidade, em decorrência de uma cicatriz ou inchaço, ou ainda, caso a córnea tenha os valores de sua curvatura alterada, a qualidade da visão será afetada. Nos casos em que um transplante de córnea se faz necessário, a córnea doente é removida e substituída por um tecido corneano transparente e saudável. Existe uma série de patologias que pode afetar a saúde normal da córnea. De maneira geral, traumas ou infecções corneanas podem levar a formação de cicatrizes. Distrofias da córnea, que podem ter caráter hereditário, podem afetar camadas específicas do tecido, induzindo a perda de sua transparência. Ectasias corneanas, mais comumente o ceratocone, consistem de patologias que levam ao encurvamento progressivo da córnea ocasionando perda importante na qualidade de visão do paciente. De maneira geral, um transplante de córnea é indicado para o paciente que possui uma alteração no tecido corneano na qual não pode ter a visão melhorada com o uso de óculos ou lentes de contanto ou ainda em casos onde a dor não pode ser aliviada com uso de medicações ou lentes de contato específicas. Os transplantes de córnea já são realizados no mundo há mais de 1 século. A tradicional e centenária técnica, chamada de transplante de córnea penetrante, consiste na substituição de todas as camadas do tecido corneano. No entanto, com o avanço da tecnologia aliada a progressivas melhorias nas técnicas cirúrgicas ao longo dos anos, nos permitimos hoje oferecer aos pacientes procedimentos mais modernos. Os chamados transplantes de córnea lamelares consistem na remoção e substituição apenas das camadas corneanas afetadas, preservando o tecido sadio do paciente. Entre eles, o transplante de córnea endotelial (conhecido por siglas como DSAEK e DMEK) tem apenas a fina camada interna da córnea substituída e o transplante de córnea lamelar anterior (conhecido pela sigla DALK) tem a porção anterior da córnea substituída, poupando o tecido posterior saudável. São inúmeras as vantagens dos transplantes parciais frente aos transplantes de espessura total, entre elas, recuperação visual mais rápida, menor taxa de rejeição e complicações no período pós operatório. Um transplante de córnea jamais seria possível se não fosse pela generosa atitude de um doador de órgãos. A legislação brasileira permite a doação de órgão e tecidos apenas com o consentimento dos familiares. Por isso, converse com seus entes queridos a respeito de sua vontade de se tornar um doador. Milhares de pessoas em todo o país aguardam nas filas dos bancos de olhos por uma oportunidade de enxergar a vida. Dr. Rodrigo T. Müller Médico Oftalmologista – CRM-SC 13196 / RQE 9696 Áreas de atuação: Córnea, Catarata e Refrativa.Pós graduando em nível de doutorado – UNIFESPPostdoctoral fellow – Harvard Medical SchoolOrientador clínico/cirúrgico nos serviços de ensino do Hospital de Olhos de Blumenau e do Banco de Olhos de Sorocaba.
Dra. Elise Taniguchi explica mais sobre Saúde Ocular e Glaucoma!
Confira a entrevista completa da Dra. Elise Taniguchi para a rádio CBN sobre Saúde Ocular e Glaucoma. Ouça a entrevista completa: Dra. Elise Taniguchi 11.07
Confira a matéria da Dra. Marta Duwe sobre Plástica Ocular!
A PLASTICA OCULAR, POR UM ESPECIALISTA Com o passar dos anos, a pele sofre alterações estruturais influenciadas pela constituição genética, radiação solar, fatores de saúde e nutricionais, bem como pelo próprio envelhecimento. Essas modificações são visíveis especialmente nas pálpebras, região do rosto central no contato visual, tão importante na manifestação das nossas emoções. As alterações involucionais mais comuns e evidentes na região palpebral incluem flacidez e excesso de pele (dermatocálase), formando pregas e rugas, e a herniação de bolsas de gordura, dando um ar de cansaço, tristeza ou envelhecimento, resultando em importantes implicações psicológicas. A Blefaroplastia (do grego: blepharon, “pálpebra” + plassein “dar forma”) É o procedimento cirúrgico indicado para corrigir os defeitos das pálpebras. Seguro e pouco invasivo, compreende a remoção, ou o reposicionamento (ou ambos) dos tecidos em excesso, tais como a pele e as bolsas de gordura, e eventualmente o reforço dos tecidos musculares e dos tendões correspondentes. Esse procedimento resolve problemas funcionais e cosméticos da região periocular, que melhora a expressão da área da sobrancelha até a porção superior da bochecha. Dentre os aspectos funcionais da blefaroplastia (especialmente das pálpebras superiores) destacam-se a melhora do campo visual, bem como o alívio do peso sobre os olhos (pálpebras caídas), havendo ainda muitos relatos de melhora de cefaleia tensional, quando é o caso do indivíduo fazer elevação compensatória das sobrancelhas (supercílios), através da contração da testa. Por sua vez, os aspectos estéticos são evidentes, uma vez que restaura a anatomia natural, sem distorção das características individuais, o que leva a um olhar rejuvenescido. Os cílios e a área de sombra aparecem, a expressão do olhar se destaca com a harmonia dos contornos, livres dos excedentes teciduais. O procedimento é feito sob anestesia local, assistida por anestesista para sedação. Assim garantimos conforto e segurança. O pós operatório é indolor e o paciente recebe alta no mesmo período do dia. Você tem dermatocálase? Para avaliar a dermatocálase, a posição da cabeça inicialmente deve ser mantida com o queixo reto e o olhar em frente, e as sobrancelhas e testa devem estar relaxadas. Se um avental de pele tocar os cílios, a blefaroplastia já traz benefícios funcionais, além dos cosméticos. Se mantiver o olhar em frente e abaixar o queixo, poderá notar melhor o contorno das bolsas de gordura das pálpebras inferiores. Dra. Marta DuweMédica oftalmologistaCirurgia Plástica OcularCRM-SC 11748 / RQE 7545
ATENTE-SE AOS SINTOMAS E SINAIS DE DIFICULDADE VISUAL NESTA VOLTA ÀS AULAS
Os profissionais que trabalham nas escolas juntamente com os pais, precisam identificar as crianças com dificuldade de visão e encaminhar os pequenos aos cuidados do médico oftalmologista. Conheça os principais sinais e sintomas que podem alertar alterações da visão: Lacrimejamento excessivo; Coçar os olhos; Piscamento excessivo; Dores de cabeça ou cefaleia; Enjoo; Borramento visual; Queixa de dificuldade para visualizar a lousa; Criança apática durante a aula; Hiperatividade: A presença de qualquer um desses sintomas pode indicar que a criança precisa verificar a sua acuidade visual (medir a visão) e deve ser encaminhada aos cuidados do médico oftalmologista que vai verificar se existe a necessidade de prescrever óculos ou não. Mais informações: http://www.cbo.net.br/novo/publico-geral/atente-se-aos-sintomas-e-sinais-de-dificuldade-visual-nesta-volta-as-aulas.php
Cirurgia de Catarata sob anestesia tópica
Não há mais necessidade de suspender anticoagulantes A catarata é um turvamento progressivo do cristalino (lente natural do olho), interferindo na absorção da luz que chega à retina, provocando diminuição da visão. Não existem medicamentos que possam reverter a catarata, a melhor solução é a cirurgia. No método tradicional de anestesia, uma injeção é realizada próximo ao globo ocular (anestesia peribulbar), o que provoca paralisia da musculatura e anestesia do nervo óptico, fazendo com que seja necessário uso de curativo até o dia seguinte após a cirurgia. Dentre as principais complicações relacionadas a este tipo de técnica temos a hemorragia retrobulbar, paralisia ou paresia da musculatura palpebral e ocular, além de lesão química direta da inervação associada ao anestésico. Com o avanço das técnicas de anestesia, hoje existe a possibilidade de realizar a cirurgia sem injeção ao redor do olho (anestesia tópica), utilizando colírios anestésicos e sedativos endovenosos. Estes são usados antes da cirurgia de maneira que o paciente não tenha desconforto, e ao acordar, já consiga ter alguma visão. Não é necessário ocluir o olho com tampão e o uso dos colírios anti-inflamatórios já é feito imediatamente após a cirurgia, possibilitando uma rápida recuperação. A anestesia tópica é a técnica mais indicada em pacientes em uso de anticoagulantes orais (geralmente usados após casos de infartos, derrames ou tromboses), pois estes devem ser suspensos no caso da anestesia peribulbar, já que a hemorragia peribulbar e possível perda da visão é um risco. Na anestesia tópica isso não é necessário, os medicamentos podem (e DEVEM) ser utilizados normalmente, e uma avaliação com o anestesiologista antes da cirurgia vai determinar melhor essa possibilidade, o que leva à maior segurança e conforto para o paciente. Dr. Luiz Felipe Hagemann Veja abaixo o vídeo de uma cirurgia de catarata com anestesia tópica – Fonte: http://www.youtube.com/
Retina: novos tratamentos melhoram a visão em doenças graves
Pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), Retinopatia Diabética e Doenças Vasculares da Retina (entre elas trombose da veia central / ramo de veia da retina) enfrentam grandes dificuldades no que diz respeito a tratamentos efetivos.