Abril Marrom, saiba mais sobre a Catarata, Glaucoma, DMRI e fique de olho na sua saúde ocular

Abril Marrom, mês destinado à conscientização sobre a importância da prevenção e combate às diversas causas de cegueira.⠀⠀Você sabia?⠀⠀Catarata Cerca de 12 milhões. Essa é a quantidade de casos de cegueira por consequência da catarata em todo o mundo. Segundo dados do IAPB (Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira), a doença é a maior causa de cegueira, configurando 25.81% dos casos. No Brasil, estima-se que existam aproximadamente 350.000 cegos por catarata. Ocorre que parte considerável desses casos poderiam ser evitados através do diagnóstico correto e intervenção médica. A boa notícia é que o quadro de baixa visão e cegueira causado pela doença pode ser revertido através da cirurgia. Glaucoma O glaucoma é uma das principais causas da baixa visão e cegueira no mundo. O glaucoma ocorre, em muitos casos, devido ao aumento de pressão dentro do olho, o que causa danos ao nervo óptico, que conecta nossos olhos ao nosso cérebro.  Projeções do IAPB (Agência Internacional de Prevenção à Cegueira) indicavam, em 2015, que, até 2022 – 3,2 milhões de pessoas ficarão cegas devido ao glaucoma. Para evitar a cegueira provocada pelo glaucoma, é muito importante visitar regularmente um médico oftalmologista.  DMRI Algumas doenças com potencial risco para a visão atingem, predominantemente, a terceira idade. A degeneração macular relacionada à idade – DMRI – é uma delas. A doença é causada pela degeneração da mácula, estrutura localizada na parte posterior do olho e responsável pela visão central. Responsável por 8,7% de toda a cegueira devido a doenças oculares, ela atinge em torno de 3.000.000 de pessoas e a tendência é que esse número aumente como consequência do envelhecimento da população, devendo dobrar em alguns anos. Agende uma consulta através do WhatsApp (47) 3322.5000 e fique em dia com sua saúde ocular. Fonte: vejabem.org.br Publicação: 20.04.2022

14.10 | Dia Mundial da Visão

A sua saúde ocular merece cuidados especiais. Você sabia? As três principais causas de cegueira no mundo e no Brasil são doenças que acometem, sobretudo, os idosos: catarata, glaucoma e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). Mas, a retinopatia diabética também merece atenção. Essas doenças podem ser tratadas quando diagnosticadas precocemente De acordo com o Relatório Mundial sobre Visão publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, globalmente, pelo menos 2,2 bilhões de pessoas teriam uma deficiência visual ou cegueira, das quais pelo menos 1 bilhão delas têm uma deficiência visual que poderia ter sido evitada ou não receberam o tratamento adequado. O levantamento também constatou que o envelhecimento da população, a mudança de estilo de vida e o acesso limitado à assistência oftalmológica, principalmente em países de baixa e média renda, estão entre os principais fatores para o crescimento do número de pessoas que vivem com deficiência visual. Segundo o relatório “As condições de saúde ocular no Brasil – 2019”, publicado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), a estimativa, baseada em índices do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de que cerca de 1,6 milhão de pessoas sejam cegas no país. O documento afirma ainda que é possível considerar que o Brasil tenha cerca de 26 mil crianças cegas por doenças oculares que poderiam ter sido evitadas ou tratadas precocemente. Realizar um acompanhamento adequado com o seu médico oftalmologista de confiança desde os primeiros anos de vida é fundamental para manter a saúde ocular em dia e prevenir possíveis doenças oculares. Fique de olho na sua saúde ocular. Agende uma consulta através do WhatsApp (47) 3322.5000. Fonte: https://www.vejabem.org/uploads/arquivos/1625060896-5.PDF Publicação: 14.10.2021

O Glaucoma não tem cura, mas, tem controle. Confira as entrevistas da Dra. Elise

Dra. Elise Taniguchi Müller fala sobre o Glaucoma: sintomas, causas, tratamento e prevenção. As entrevistas foram ao ar no dia 26.05 – dia nacional de combate ao Glaucoma. O Glaucoma não tem cura, mas, tem controle. Fique de olho na sua saúde ocular. Confira a entrevista na Rádio CBN Confira a entrevista na Rádio Pomerode Dra. Elise dedica-se as áreas de Glaucoma Clínico e Cirúrgico.⠀ O Hospital de Olhos de Blumenau localiza-se na Rua 7 de Setembro, 1300 e também conta com unidades em Pomerode (Rua Frederico Weege, 150 – Centro, bem ao lado da Polícia Militar) e em Gaspar (Rua São José, 253 – Sala 212, no Centro). ⠀Você Sabia?  Agora é possível agendar consulta também pelo WhatsApp através do telefone (47) 3322.5000. Publicação: 31.05.2021

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma

Dia 26 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. Confira o vídeo em que a Dra. Elise Taniguchi Müller, médica oftalmologista do Hospital de Olhos de Blumenau explica na prática o que é o Glaucoma, doença que é a principal causa de cegueira irreversível do mundo. No vídeo, também reforçamos nosso projeto de inclusão social – LIBRAS E SAÚDE: ACESSIBILIDADE NO ATENDIMENTO OFTALMOLÓGICO. A interpretação em libras foi feita pela nossa colaboradora, Andréia Gonçalves da Costa dos Santos. No Hospital de Olhos de Blumenau nossos olhares estão voltados para a inclusão social, para você e para a sua saúde ocular. Inclusão Social e Saúde Ocular é o que você vê por aqui!⠀ Dra. Elise Taniguchi Müller participa de entrevista à NDTV no dia 26.05.2020, dia Nacional de Combate ao Glaucoma.

O que é Uveíte?

Uveíte é uma inflamação da parte dos olhos que acomete o trato uveal, que é composto por: íris (estrutura que dá cor aos olhos), corpo ciliar e coroide (composto basicamente por vasos sanguíneos). Quando ocorre o acometimento inflamatório de uma destas estruturas ou o conjunto das mesmas, denomina-se uveíte. As causas de inflamação do trato uveal podem ser: traumáticas, infecciosas, tumorais e autoimunes. Lacerações corneanas, perfuração ocular, queimaduras químicas e físicas e corpos estranhos intraoculares são exemplos de uveítes traumáticas. Dentre as causas infecciosas, a toxoplasmose destaca-se como a de maior incidência em nosso meio. Metástases ou tumores primários oculares são responsáveis pelas uveítes tumorais ou síndromes de mascaramento. Doenças sistêmicas como artrite reumatóide juvenil, espondiloartropatia soro-negativas, doença de Behçet e outras doenças imunes são etiologias de uveítes autoimunes. O principal sinal de uma uveíte é o olho vermelho, devido ao processo inflamatório – mas pode não acontecer em todos os casos. Inicialmente, o paciente com uveíte pode visualizar pequenos pontos que se movimentam de acordo com a posição do olho, e estes, com a incidência da luz formam pequenas sombras flutuantes na retina, sendo chamados de moscas volantes. Se ocorrer aumento progressivo destas moscas volantes, pode ser um sintoma indicativo de atividade inflamatória. O embaçamento visual e a dor também são sintomas de uveíte. A realização do diagnóstico é o primeiro passo para o tratamento das uveítes. A partir disso traça-se o esquema terapêutico. O tratamento pode ser feito com colírios, medicamentos orais e/ou endovenosos. Em alguns casos, devido ao agente etiológico e a gravidade da inflamação, realiza-se tratamento em regime hospitalar com a internação do paciente e administração de medicamentos. As uveítes são doenças inflamatórias oculares que podem levar à baixa visual e à cegueira quando não tratadas. Podem causar cegueira devido às complicações ocasionadas pelo processo inflamatório que podem acarretar um desarranjo arquitetônico das estruturas intraoculares, levando a uma baixa visual reversível ou irreversível. Catarata, glaucoma, descolamento de retina, membranas retinianas, atrofia óptica, oclusões vasculares e atrofia de globo ocular são exemplos de complicações causadas por uveítes. Essa inflamação acomete indivíduos de qualquer idade, sexo e classe social. O diagnóstico é de essencial importância para o tratamento e prevenção das crises de uveítes. Em casos de olho vermelho, dor, moscas volantes e embaçamento visual, procure seu oftalmologista. Lembre- se: as uveítes têm tratamento, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o prognóstico.   Dr. Cristiano Coelho Ludvig é especialista em Uveítes

Baixa Visão

A baixa visão é uma causa comum de deficiência física. Não é uma condição isolada, podendo resultar de diversas causas. Os inúmeros avanços da Medicina no século XX permitiram melhorar a visão de muitos pacientes e torná-los portadores de baixa visão, o que previamente os teria levado à completa cegueira. As causas mais comuns de baixa visão são a degeneração macular, a retinopatia diabética e o glaucoma. Desta forma, pode-se esperar um aumento dos casos de baixa visão à medida que a população envelhece. Considera-se que mais de dois terços dos pacientes com baixa visão são maiores de 65 anos.   Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Visão Monocular

Visão monocular é definida como a presença de visão normal em um olho e cegueira no olho contralateral – acuidade visual inferior a 20/400 com a melhor correção visual. Ela interfere com a estereopsia (percepção espacial dos objetos), permitindo examinar a posição e a direção dos objetos dentro do campo da visão humana em um único plano, ou seja, apenas em duas dimensões. Assim, pacientes com visão monocular reconhecem a forma, as cores e o tamanho dos objetos, mas têm dificuldade em avaliar a profundidade e as distâncias, características da visão tridimensional.   Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Problemas visuais em crianças

A percepção de problemas visuais em crianças pequenas é prejudicada pela fala incipiente, mas os pais podem observar, no dia a dia, sinais que podem indicar a presença de algum problema. O lacrimejamento excessivo, por exemplo, pode indicar desde uma obstrução do canal lacrimal até um glaucoma congênito. Ao perceber alguma anormalidade, a criança deve ser levada a um oftalmologista para uma avaliação. Outro problema importante que precisa ser corrigido ainda na infância é a ambliopia, ou “olho preguiçoso”. É uma situação na qual a visão não se desenvolve plenamente em um dos olhos, embora sua aparência seja normal. Com o passar do tempo, o cérebro ignora as imagens que vem desse olho “fraco”, de tal forma que ele perde a visão. O portador de ambliopia tem dificuldade para perceber distâncias e profundidade, além de correr riscos de cegueira total, caso venha algum dia a perder a visão de seu olho saudável.   Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Cegueira Infantil

Estima-se que uma criança torna-se cega a cada minuto no mundo. Estudos populacionais, apesar de escassos, são necessários com a finalidade de melhor planificar a estratégia de combate à cegueira. A dificuldade na obtenção de dados epidemiológicos de cegueira infantil se deve ao fato de que estes estudos oferecem elevados custos e são de difícil obtenção (a cegueira infantil é dez vezes mais rara que a do adulto) necessita maior amostragem. O exame de crianças cegas requer profissionais especializados, equipe de campo capacitada e equipamentos adequados.   Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Catarata

Catarata é a opacidade do cristalino (lente natural do olho), podendo ser localizada ou generalizada. Geralmente atua de maneira progressiva, iniciando com diminuição da acuidade visual, mesmo com a utilização de recursos ópticos, sejam óculos ou lente de contato. A catarata pode ser observada na pupila que, devido à patologia, torna-se esbranquiçada ou amarelada. Além de causar diminuição da visão, a catarata também provoca ofuscamento e diminuição da percepção das cores. Pode se apresentar bilateralmente, de maneira congênita ou adquirida, que é a forma mais frequente. Ainda nos dias de hoje, a catarata é a maior causa de cegueira no mundo. CAUSASAs cataratas adquiridas ocorrem, geralmente, em pessoas acima de 60 anos, também sendo conhecidas como cataratas senis. Traumas oculares, uso de corticoesteroides, inflamações intraoculares, exposição excessiva à radiação ultravioleta e diversas doenças associadas, como o diabetes, por exemplo, são causas conhecidas para o surgimento dessa patologia. TRATAMENTOO tratamento disponível e reconhecido cientificamente para a catarata é a intervenção cirúrgica para a remoção do cristalino opaco. As técnicas conhecidas são a facectomia extracapsular e a facoemulsificação. Para a cirurgia são realizados exames pré-operatórios, os quais vão determinar o grau e o tipo de lente intraocular para implante, bem como a melhor técnica a ser escolhida. A recuperação pós-cirúrgica é rápida e geralmente sem intercorrências, proporcionando a melhora da qualidade visual do paciente. Fique atento aos sintomas da catarata. Caso tenha idade acima de 60 anos, faça uma avaliação dos seus olhos anualmente.