O Glaucoma é responsável pela principal causa de cegueira irreversível em nível mundial. Confira a entrevista e saiba mais

Dra. Elise Taniguchi Müller participou de entrevista na Rádio Pomerode e esclarece as dúvidas sobre o Glaucoma. Confira a entrevista! “O Glaucoma é responsável pela principal causa de cegueira irreversível em nível mundial. O paciente que tem Glaucoma deve fazer o acompanhamento periódico para que não haja progressão da doença”, comenta Dra. Elise. Dra. Elise se dedica Glaucoma Clínico e Cirúrgico. Fique de olho na saúde de seus olhos. Agendamentos pelo WhatsApp (47)3322.5000. Publicação: 14.06.2022
A estrutura de nossos olhos é complexa e delicada, confira!

Conheça a Estrutura dos nossos olhos Alguns nomes relacionados à anatomia do corpo humano podem parecer bastante complicados. E não é para menos, afinal, não usamos a maior parte dessas palavras em nosso dia a dia. Aqui, vamos explicar um pouco mais sobre algumas partes que compõem a estrutura os olhos, que é bastante complexa e delicada. Cada uma delas tem sua função e, quando trabalham em equilíbrio, permitem que a visão funcione da melhor forma possível. Mas, lembre-se: nada substitui a avaliação do seu oftalmologista. Em caso de dúvidas, não hesite em perguntar! Conjuntiva: Membrana mucosa, incolor e bastante fina, sua função é proteger a superfície do olho contra agentes externos. Córnea: Trata-se de um tecido transparente, localizado na parte frontal externa do olho. É responsável por focalizar a luz na retina para formar a visão. Coroide: Localizada entre a esclera e a retina, a coroide é responsável por suprir as células da retina e da esclera com o oxigênio e nutrientes, através de seus vasos sanguíneos. Corpo ciliar: Localizado atrás da íris, é responsável por formar o humor aquoso e manter a pressão intraocular adequada. Além disso, sua contração auxilia no ajuste do foco da visão. Cristalino: Considerado a lente natural do olho, o cristalino se localiza logo atrás da pupila e é responsável pelo ajuste fino da visão, para obter um foco maior. Esclera: Essa é a parte branca do olho, constituída por uma camada fibrosa e com a função de proteger as estruturas mais internas. Humor vítreo: Essa é a estrutura gelatinosa que ocupa a porção central do globo ocular. Íris: É a parte colorida dos olhos e fica localizada logo atrás da córnea. Nela, estão presentes diversos músculos responsáveis por definir a proporção de abertura da pupila. Mácula: Presente na parte central do olho, é responsável pela visão dos detalhes. Nervo óptico: Essa é a estrutura que realiza a conexão entre o olho e o cérebro, sendo essencial para que possamos enxergar. Pupila: Essa é a abertura localizada na parte central da íris. Seu diâmetro é regulável e cumpre a função de permitir a maior ou menor entrada de luz no olho. Retina: Localizada no fundo do olho, a retina é a parte do olho responsável por captar as imagens, que serão formadas no cérebro, a partir de suas células sensíveis à luz. Fonte: CBO_Revista Veja Bem (https://www.vejabem.org/uploads/arquivos/1593187544-5.PDF) Publicação: 22.03.2022
Doenças do Nervo Óptico
As desordens do nervo óptico ou neuropatias ópticas englobam um grupo de doenças que podem ameaçar seriamente a visão. Elas podem ocorrer de forma isolada ou fazer parte de um quadro neurológico ou sistêmico. Além do glaucoma, que também atinge o nervo óptico num padrão característico, as principais neuropatias ópticas são: Papiledema – Termo utilizado para designar o edema do nervo óptico secundário à hipertensão intracraniana. Na maioria dos casos é bilateral e geralmente está associado à cefaleia e diplopia (visão dupla). Deve ser bem investigado para afastar a possibilidade de lesões tumorais ou expansivas do sistema nervoso central. Neurite óptica – Geralmente decorrente de processo inflamatório que atinge o nervo óptico em que o paciente apresenta baixa visual e dor à movimentação ocular. Pode ser secundária à doença desmielinizante, em especial a esclerose múltipla. Neuropatia óptica isquêmica – Representa o infarto do nervo óptico, é mais comum em idosos e se caracteriza por perda súbita e edema de disco óptico. Pode estar associada à doença reumatológica, no caso da neuropatia óptica arterítica ou ser uma condição multifatorial na afecção não arterítica. Neste último caso, pacientes hipertensos, tabagistas e com doença ateroesclerótica apresentam risco maior de desenvolver a doença. O nervo óptico também pode ser afetado por doenças oculares como as uveítes, pelo uso de drogas e medicamentos como o embutamol e a isoniazida e por doenças sistêmicas como a diabetes. Dr. Marcus Grigato Campos
Hipertensão Ocular
O hipertenso ocular é uma pessoa que tem pressão ocular alta, a qual não é observada com os exames de rotina, nem uma alteração estrutural do nervo óptico, nem da camada de fibras nervosas da retina. Também não há alteração funcional do campo visual. Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Mapeamento da Retina

A retina não termina no centro do olho. Ela se estende até a periferia, e é justamente nessa região que diversas doenças se instalam antes de afetar a visão central. O mapeamento da retina é o exame que permite avaliar toda essa extensão, incluindo a periferia, o nervo óptico e o vítreo. Diferentemente da fundoscopia convencional, o mapeamento oferece visão binocular estereoscópica, proporcionando uma avaliação mais ampla e com melhor percepção de relevo e profundidade das lesões. É um exame essencial tanto para o diagnóstico quanto para o acompanhamento de diversas condições oculares e sistêmicas. O exame também pode ser solicitado como parte do pré-operatório de cirurgias refrativas e de catarata, e é a principal ferramenta para investigar sintomas como moscas volantes, flashes de luz e distúrbios visuais sem causa aparente. Outros nomes para o mesmo exame O mapeamento da retina também pode ser chamado de biomicroscopia do segmento posterior, oftalmoscopia indireta ou biomicroscopia da retina. Indicações Doenças sistêmicas com impacto ocular Doenças da retina e do nervo óptico Nervo óptico e vítreo Avaliação pré-operatória Sintomas e investigação Agende seu exame Se você tem diabetes, hipertensão, alta miopia ou sente moscas volantes e flashes de luz, o mapeamento da retina é um exame importante para a sua saúde visual. Entre em contato com o HOB e agende sua avaliação.
Curva Tensional Diária

A pressão intraocular não é estável ao longo do dia. Ela varia conforme o horário, o nível de atividade e outros fatores individuais, e essas variações podem ser determinantes tanto para o diagnóstico quanto para o ajuste do tratamento do glaucoma. A curva tensional diária consiste na realização de várias medidas tonométricas ao longo do dia, formando um gráfico que permite ao médico visualizar picos e oscilações da pressão intraocular que uma medição isolada não seria capaz de capturar. Modalidades de realização O exame pode ser feito de duas formas, conforme a orientação do médico: Regime ambulatorial: medições realizadas durante o dia, da manhã até a tarde, sem necessidade de internação. Regime de 24 horas: medições realizadas ao longo de todo o dia e da noite, com o paciente internado. Nessa modalidade, é cobrada uma diária de internação. Indicações Agende seu exame Se o seu médico indicou a curva tensional diária ou você está em acompanhamento para glaucoma, entre em contato com o HOB para agendar seu exame.
Glaucoma – a doença silenciosa
O glaucoma é uma doença que pode levar à cegueira quando não devidamente diagnosticada e tratada. A doença comumente atinge ambos os olhos e suas lesões são irreversíveis. O glaucoma está geralmente ligado a alterações da pressão de um líquido transparente chamado humor aquoso, que é produzido dentro do olho.