OPDSCan III

Antes de uma cirurgia refrativa ou de catarata, o oftalmologista precisa de informações precisas sobre como a luz se comporta dentro do olho de cada paciente. Dados imprecisos nessa etapa comprometem o planejamento cirúrgico e o resultado do procedimento. O OPDScan III foi desenvolvido para fornecer esse nível de precisão. Trata-se de um aberrômetro versátil que gera múltiplas imagens do sistema óptico do olho em um único exame, de forma rápida, indolor e não invasiva. Com base nessas imagens, o oftalmologista obtém uma avaliação completa da acuidade visual, da qualidade de visão e das estruturas refrativas do olho, auxiliando desde uma simples prescrição de óculos até a indicação e o planejamento de cirurgias complexas. O que o exame avalia Além da aberrometria, o OPDScan III realiza a análise da curvatura corneana, identificando suspeitas de patologias como o ceratocone, e fornece a pupilometria, que é a medida do diâmetro da pupila em ambientes claros e escuros. Esse dado é especialmente relevante no planejamento de cirurgias refrativas, pois influencia diretamente a escolha da técnica e da zona de ablação. Indicações Agende seu exame Se você está em avaliação para cirurgia refrativa ou de catarata, ou foi encaminhado para mapeamento corneano, entre em contato com o HOB e agende seu exame com nossa equipe especializada.

Plástica Palpebral e Autoestima. Saiba mais sobre essa relação na reportagem da Dra.Marta Duwe!

Nossa aparência física pode influenciar imensamente a maneira como nos sentimos a respeito de nós mesmos. Nosso rosto muda a medida que vamos nos tornando cada vez mais velhos. As mudanças na aparência das pálpebras, como sobra de pele e herniação de bolsas de gordura, podem se converter numa fonte de frustração para algumas pessoas se elas as associarem a uma perda de atratividade, associada direta ou indiretamente a perda de possibilidades. Os olhos são, provavelmente, a unidade estética mais importante no corpo humano. Quando a região dos olhos parece fresca e brilhante, a pessoa como um todo apresenta uma aura de saúde, vitalidade e juventude. O contrário ocorre quando os olhos se apresentam cansados, tristes ou envelhecidos. Assim, a região orbitopalpebral assume importante papel na nossa expressão. Notamos que, usualmente, as alterações causadas pelo envelhecimento são percebidas primariamente ao redor dos olhos.  A Oculoplastia (área de atuação de especialistas oftalmologistas que se dedicam à cirurgia plástica da região periocular) se preocupa em recuperar a capacidade funcional anatômica, associada a melhora estética das pálpebras. Atualmente, existem diversas técnicas com diferentes princípios para corrigir as deformidades palpebrais que aparecem com o processo de envelhecimento.  E felizmente, a área dos olhos oferece maior oportunidade de melhoria estética que qualquer outra parte da face, talvez até do corpo1. 1. Flowers RS, Duval C. Blepharoplasty and periorbital aesthetic surgery. In: Aston SJ, Beasley RW, Thorne CHM, eds. Grabb and Smith’s Plastic Surgery. 5th ed. Philadelphia: Lippincott-Raven Publishers; 1997. p. 609-32. Dra. Marta DuweMédica oftalmologistaCirurgia Plástica OcularCRM-SC 11748 / RQE 7545      

Saiba mais sobre Transplante de Córnea na reportagem do Dr. Rodrigo Müller!

A córnea consiste de um tecido transparente, de formato circular com aproximadamente 12mm de diâmetro e menos de 1mm de espessura. Uma córnea saudável deve ser totalmente clara e apresentar uma curvatura apropriada para que a luz entre através da pupila e possa ser recebida dentro do olho, formando uma visão com nitidez. Caso a córnea perca sua transparência ou sua regularidade, em decorrência de uma cicatriz ou inchaço, ou ainda, caso a córnea tenha os valores de sua curvatura alterada, a qualidade da visão será afetada. Nos casos em que um transplante de córnea se faz necessário, a córnea doente é removida e substituída por um tecido corneano transparente e saudável. Existe uma série de patologias que pode afetar a saúde normal da córnea. De maneira geral, traumas ou infecções corneanas podem levar a formação de cicatrizes. Distrofias da córnea, que podem ter caráter hereditário, podem afetar camadas específicas do tecido, induzindo a perda de sua transparência. Ectasias corneanas, mais comumente o ceratocone, consistem de patologias que levam ao encurvamento progressivo da córnea ocasionando perda importante na qualidade de visão do paciente. De maneira geral, um transplante de córnea é indicado para o paciente que possui uma alteração no tecido corneano na qual não pode ter a visão melhorada com o uso de óculos ou lentes de contanto ou ainda em casos onde a dor não pode ser aliviada com uso de medicações ou lentes de contato específicas. Os transplantes de córnea já são realizados no mundo há mais de 1 século. A tradicional e centenária técnica, chamada de transplante de córnea penetrante, consiste na substituição de todas as camadas do tecido corneano. No entanto, com o avanço da tecnologia aliada a progressivas melhorias nas técnicas cirúrgicas ao longo dos anos, nos permitimos hoje oferecer aos pacientes procedimentos mais modernos. Os chamados transplantes de córnea lamelares consistem na remoção e substituição apenas das camadas corneanas afetadas, preservando o tecido sadio do paciente. Entre eles, o transplante de córnea endotelial (conhecido por siglas como DSAEK e DMEK) tem apenas a fina camada interna da córnea substituída e o transplante de córnea lamelar anterior (conhecido pela sigla DALK) tem a porção anterior da córnea substituída, poupando o tecido posterior saudável. São inúmeras as vantagens dos transplantes parciais frente aos transplantes de espessura total, entre elas, recuperação visual mais rápida, menor taxa de rejeição e complicações no período pós operatório. Um transplante de córnea jamais seria possível se não fosse pela generosa atitude de um doador de órgãos. A legislação brasileira permite a doação de órgão e tecidos apenas com o consentimento dos familiares. Por isso, converse com seus entes queridos a respeito de sua vontade de se tornar um doador. Milhares de pessoas em todo o país aguardam nas filas dos bancos de olhos por uma oportunidade de enxergar a vida.   Dr. Rodrigo T. Müller Médico Oftalmologista – CRM-SC 13196 / RQE 9696 Áreas de atuação: Córnea, Catarata e Refrativa.Pós graduando em nível de doutorado – UNIFESPPostdoctoral fellow – Harvard Medical SchoolOrientador clínico/cirúrgico nos serviços de ensino do Hospital de Olhos de Blumenau e do Banco de Olhos de Sorocaba.

Confira a matéria da Dra. Marta Duwe sobre Plástica Ocular!

A PLASTICA OCULAR,  POR UM ESPECIALISTA Com o passar dos anos, a pele sofre alterações estruturais influenciadas pela constituição genética, radiação solar, fatores de saúde e nutricionais, bem como pelo próprio envelhecimento. Essas modificações são visíveis especialmente nas pálpebras, região do rosto central no contato visual, tão importante na manifestação das nossas emoções. As alterações involucionais mais comuns e evidentes na região palpebral incluem flacidez e excesso de pele (dermatocálase), formando pregas e rugas, e a herniação de bolsas de gordura, dando um ar de cansaço,  tristeza ou envelhecimento, resultando em importantes implicações psicológicas.  A Blefaroplastia (do grego: blepharon, “pálpebra” + plassein “dar forma”) É o procedimento cirúrgico indicado para corrigir os defeitos das pálpebras. Seguro e pouco invasivo, compreende a remoção, ou o reposicionamento (ou ambos) dos tecidos em excesso, tais como a pele e as bolsas de gordura, e eventualmente o reforço dos tecidos musculares e dos tendões correspondentes.   Esse procedimento resolve problemas funcionais e cosméticos da região periocular, que melhora a expressão da área da sobrancelha até a porção superior da bochecha.  Dentre os aspectos funcionais da blefaroplastia (especialmente das pálpebras superiores) destacam-se a melhora do campo visual,  bem como o alívio do peso sobre os olhos (pálpebras caídas), havendo ainda muitos relatos de melhora de cefaleia tensional, quando é o caso do indivíduo fazer elevação compensatória das sobrancelhas (supercílios), através da contração da testa.  Por sua vez, os aspectos estéticos são evidentes, uma vez que restaura a anatomia natural, sem distorção das características individuais, o que leva a um  olhar rejuvenescido. Os cílios e a área de sombra aparecem, a expressão do olhar se destaca com a harmonia dos contornos, livres dos excedentes teciduais.  O procedimento é feito sob anestesia local, assistida por anestesista para sedação. Assim garantimos conforto e segurança. O pós operatório é indolor e o paciente recebe alta no mesmo período do dia.  Você tem dermatocálase?  Para avaliar a dermatocálase, a posição da cabeça inicialmente deve ser mantida com o queixo reto e o olhar em frente, e as sobrancelhas e testa devem estar relaxadas. Se um avental de pele tocar os cílios, a blefaroplastia já traz benefícios funcionais, além dos cosméticos. Se mantiver o olhar em frente e abaixar o queixo, poderá notar melhor o contorno das bolsas de gordura das pálpebras inferiores.   Dra. Marta DuweMédica oftalmologistaCirurgia Plástica OcularCRM-SC 11748 / RQE 7545      

ATENTE-SE AOS SINTOMAS E SINAIS DE DIFICULDADE VISUAL NESTA VOLTA ÀS AULAS

Os profissionais que trabalham nas escolas juntamente com os pais, precisam identificar as crianças com dificuldade de visão e encaminhar os pequenos aos cuidados do médico oftalmologista. Conheça os principais sinais e sintomas que podem alertar alterações da visão: Lacrimejamento excessivo; Coçar os olhos; Piscamento excessivo; Dores de cabeça ou cefaleia; Enjoo; Borramento visual; Queixa de dificuldade para visualizar a lousa; Criança apática durante a aula; Hiperatividade: A presença de qualquer um desses sintomas pode indicar que a criança precisa verificar a sua acuidade visual (medir a visão) e deve ser encaminhada aos cuidados do médico oftalmologista que vai verificar se existe a necessidade de prescrever óculos ou não.   Mais informações: http://www.cbo.net.br/novo/publico-geral/atente-se-aos-sintomas-e-sinais-de-dificuldade-visual-nesta-volta-as-aulas.php

Retina: novos tratamentos melhoram a visão em doenças graves

Pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), Retinopatia Diabética e Doenças Vasculares da Retina (entre elas trombose da veia central / ramo de veia da retina) enfrentam grandes dificuldades no que diz respeito a tratamentos efetivos.

O que é Uveíte?

Uveíte é uma inflamação da parte dos olhos que acomete o trato uveal, que é composto por: íris (estrutura que dá cor aos olhos), corpo ciliar e coroide (composto basicamente por vasos sanguíneos). Quando ocorre o acometimento inflamatório de uma destas estruturas ou o conjunto das mesmas, denomina-se uveíte. As causas de inflamação do trato uveal podem ser: traumáticas, infecciosas, tumorais e autoimunes. Lacerações corneanas, perfuração ocular, queimaduras químicas e físicas e corpos estranhos intraoculares são exemplos de uveítes traumáticas. Dentre as causas infecciosas, a toxoplasmose destaca-se como a de maior incidência em nosso meio. Metástases ou tumores primários oculares são responsáveis pelas uveítes tumorais ou síndromes de mascaramento. Doenças sistêmicas como artrite reumatóide juvenil, espondiloartropatia soro-negativas, doença de Behçet e outras doenças imunes são etiologias de uveítes autoimunes. O principal sinal de uma uveíte é o olho vermelho, devido ao processo inflamatório – mas pode não acontecer em todos os casos. Inicialmente, o paciente com uveíte pode visualizar pequenos pontos que se movimentam de acordo com a posição do olho, e estes, com a incidência da luz formam pequenas sombras flutuantes na retina, sendo chamados de moscas volantes. Se ocorrer aumento progressivo destas moscas volantes, pode ser um sintoma indicativo de atividade inflamatória. O embaçamento visual e a dor também são sintomas de uveíte. A realização do diagnóstico é o primeiro passo para o tratamento das uveítes. A partir disso traça-se o esquema terapêutico. O tratamento pode ser feito com colírios, medicamentos orais e/ou endovenosos. Em alguns casos, devido ao agente etiológico e a gravidade da inflamação, realiza-se tratamento em regime hospitalar com a internação do paciente e administração de medicamentos. As uveítes são doenças inflamatórias oculares que podem levar à baixa visual e à cegueira quando não tratadas. Podem causar cegueira devido às complicações ocasionadas pelo processo inflamatório que podem acarretar um desarranjo arquitetônico das estruturas intraoculares, levando a uma baixa visual reversível ou irreversível. Catarata, glaucoma, descolamento de retina, membranas retinianas, atrofia óptica, oclusões vasculares e atrofia de globo ocular são exemplos de complicações causadas por uveítes. Essa inflamação acomete indivíduos de qualquer idade, sexo e classe social. O diagnóstico é de essencial importância para o tratamento e prevenção das crises de uveítes. Em casos de olho vermelho, dor, moscas volantes e embaçamento visual, procure seu oftalmologista. Lembre- se: as uveítes têm tratamento, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o prognóstico.   Dr. Cristiano Coelho Ludvig é especialista em Uveítes

Cuidado com o Glaucoma

O Glaucoma é uma doença degenerativa que afeta de 1 a 2% da população mundial e é a segunda principal causa de cegueira no mundo, segundo informações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A herança familiar tem um papel importante no desenvolvimento da doença em sua forma primária e familiares de paciente com glaucoma devem ficar atentos e informar seu médico a respeito desta condição. O diagnóstico do glaucoma é feito exclusivamente pelo oftalmologista, que reúne todas as informações de seu paciente para confirmar ou descartar a suspeita da doença. O exame cuidadoso, com aferição da pressão intraocular, é importante para que qualquer suspeita de glaucoma seja investigada. Campanhas atuais da Sociedade Brasileira de Glaucoma têm alertado a população acima de 40 anos – grupo etário no qual a incidência de glaucoma pode até dobrar – para a importância da consulta oftalmológica anual. O glaucoma não tem cura, mas tem controle, ou seja, pode permanecer estável durante anos. No entanto, a ausência de um diagnóstico preciso e o tratamento ineficaz podem levar à cegueira irreversível. O paciente portador de glaucoma deve ser acompanhado com frequência e submetido a exames periódicos. Também deve estar muito bem informado sobre a própria doença e deve tirar todas as suas dúvidas com o seu médico. O desconhecimento sobre o diagnóstico e sobre a gravidade da doença podem comprometer o tratamento. Os sites da Sociedade Brasileira de Glaucoma (www.sbglaucoma.com.br), da ABRAG – Associação Brasileira de Amigos, Familiares e Portadores de Glaucoma (www.abrag.com.br) e o site www.cuidadocomoglaucoma.com.br trazem atualizações, informações e conteúdos educativos sobre o glaucoma, permitindo ao paciente glaucomatoso tirar dúvidas e manter-se informado sobre a própria doença. Se você tem mais de 40 anos ou tem alguém na família que é portador de glaucoma, consulte seu oftalmologista. Preserve sua visão.   Drª. Elise Vivan Taniguchi Müller