Retinografia Fluorescente

Alguns problemas na circulação dos vasos da retina não são visíveis ao exame clínico convencional. A retinografia fluorescente resolve essa limitação ao registrar dinamicamente o fluxo sanguíneo no fundo do olho, tornando visíveis alterações que de outra forma passariam despercebidas. O exame utiliza um contraste chamado fluoresceína sódica, injetado em uma veia do braço ou do dorso da mão. O contraste percorre a corrente sanguínea e evidencia os vasos do fundo do olho, que são então fotografados e documentados para análise médica. Indicações As principais indicações são a retinopatia diabética, as doenças oclusivas da retina, como obstrução da veia ou da artéria retiniana, e a degeneração macular relacionada à idade. O exame é utilizado tanto para o diagnóstico quanto para orientar a abordagem terapêutica das doenças. Outras indicações, organizadas por categoria: Patologias vasculares Diabetes, hipertensão arterial sistêmica, vasculopatias, oclusões vasculares e anemia falciforme. Processos inflamatórios Retinites, coroidites, neurites e neuropatias, pars planites e esclerite posterior. Processos degenerativos Degenerações maculares, distrofias retinianas e retinose pigmentar. Tumores Tumores oculares, nevus de coroide, melanomas, hemangiomas, hamartomas e osteomas. Outros Traumas oculares, altas miopias, miopias degenerativas, hemorragias intraoculares e doenças metabólicas, endócrinas, hematológicas e reumatológicas. O que esperar após o exame A fluoresceína é um contraste de alto perfil de segurança e não contém iodo, podendo ser utilizada em pacientes com histórico de alergia a esse composto. Durante o exame, alguns pacientes podem sentir náuseas passageiras. Nas horas seguintes ao procedimento, é normal que a pele fique levemente amarelada e a urina mais escura. Esses efeitos são temporários e desaparecem em até 24 horas, conforme o contraste é eliminado pelo organismo. Em casos raros, podem ocorrer reações alérgicas à fluoresceína. A equipe do HOB está preparada para monitorar o paciente durante todo o procedimento. Agende seu exame Se você foi encaminhado para a retinografia fluorescente ou acompanha alguma das condições listadas acima, entre em contato com o HOB. Nossa equipe orienta sobre o preparo e agenda seu exame com agilidade.
Retinografia

Doenças como diabetes e hipertensão afetam os vasos sanguíneos de todo o corpo, incluindo os da retina. Muitas vezes, essas alterações se instalam silenciosamente e só são identificadas por meio de exames de imagem do fundo do olho. A retinografia é o exame que realiza essa documentação fotográfica, auxiliando no diagnóstico e no acompanhamento de diversas condições oculares. O exame fotografa o fundo do olho com precisão, permitindo ao médico avaliar a retina, os vasos sanguíneos e o nervo óptico em detalhe. Para o estudo específico do nervo óptico, utiliza-se a estereofoto de papila, uma fotografia em três dimensões que permite analisar forma, tamanho, coloração, contornos e relevo da papila óptica. Indicações Agende seu exame Se você tem diabetes, hipertensão ou histórico de doenças da retina e não realiza uma avaliação do fundo do olho há mais de um ano, entre em contato com o HOB e agende seu exame.
Mapeamento da Retina

A retina não termina no centro do olho. Ela se estende até a periferia, e é justamente nessa região que diversas doenças se instalam antes de afetar a visão central. O mapeamento da retina é o exame que permite avaliar toda essa extensão, incluindo a periferia, o nervo óptico e o vítreo. Diferentemente da fundoscopia convencional, o mapeamento oferece visão binocular estereoscópica, proporcionando uma avaliação mais ampla e com melhor percepção de relevo e profundidade das lesões. É um exame essencial tanto para o diagnóstico quanto para o acompanhamento de diversas condições oculares e sistêmicas. O exame também pode ser solicitado como parte do pré-operatório de cirurgias refrativas e de catarata, e é a principal ferramenta para investigar sintomas como moscas volantes, flashes de luz e distúrbios visuais sem causa aparente. Outros nomes para o mesmo exame O mapeamento da retina também pode ser chamado de biomicroscopia do segmento posterior, oftalmoscopia indireta ou biomicroscopia da retina. Indicações Doenças sistêmicas com impacto ocular Doenças da retina e do nervo óptico Nervo óptico e vítreo Avaliação pré-operatória Sintomas e investigação Agende seu exame Se você tem diabetes, hipertensão, alta miopia ou sente moscas volantes e flashes de luz, o mapeamento da retina é um exame importante para a sua saúde visual. Entre em contato com o HOB e agende sua avaliação.
Fotocoagulação a Laser (Laser Argônio)

Diversas doenças da retina envolvem o crescimento anormal de vasos sanguíneos, vazamentos, edemas ou proliferações que comprometem progressivamente a visão. A fotocoagulação a laser é um procedimento que utiliza luz de alta intensidade para tratar estruturas intraoculares específicas, como vasos anormais e tecidos comprometidos, de forma precisa e controlada. O equipamento utilizado é o laser de argônio, cujo feixe de luz é direcionado ao interior do olho para atuar sobre as regiões afetadas. O procedimento é realizado de forma ambulatorial, sem necessidade de internação. Principais aplicações clínicas O laser de argônio é indicado para tratar condições associadas ao edema de mácula, à formação de novos vasos sanguíneos anormais (neovascularização) e à proliferação fibrovascular, que pode causar hemorragia e tração vítreo-retiniana. Indicações Exames complementares para controle do tratamento Após o procedimento, o acompanhamento pode incluir os seguintes exames, conforme orientação médica: Agende sua consulta Se você tem retinopatia diabética, oclusão vascular ou outra condição da retina e foi orientado a realizar fotocoagulação a laser, entre em contato com o HOB para agendar sua avaliação com um de nossos especialistas.
Diabetes e Doenças Oculares
O Diabetes é uma doença mais comum do que as pessoas imaginam. Só no Brasil, em torno de 7,6% da população, com idade entre 30 e 69 anos, são portadoras de diabetes, sendo que 46% deste universo não sabem que possuem a doença.